quarta-feira, 30 de setembro de 2009

"Que eu não perca a capacidade de amar, de ver, de sentir. Que eu continue alerta. [...] Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém. Livra-me dos poços e becos de mim." Caio F.

domingo, 13 de setembro de 2009

Relacionamentos, por Arnaldo Jabor.

Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:

- 'Ah, terminei o namoro... '
- 'Nossa, quanto tempo?'
- 'Cinco anos... Mas não deu certo... Acabou'
- É não deu...?

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.

E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.

Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo,
como cobrar cem por cento do outro?

E não temos esta coisa completa.

Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.

Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.

Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.

Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.

Tudo nós não temos.

Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.

Pele é um bicho traiçoeiro.

Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico
que é uma delícia.

E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...

Acho que o beijo é importante... E se o beijo bate... Se joga... Se não
bate... Mais um Martini, por favor... E vá dar uma volta.

Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.

O outro tem o direito de não te querer.

Não lute, não ligue, não dê pití.

Se a pessoa ta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.

O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a
pessoa REALMENTE gostar, ela volta.

Nada de drama.

Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro,
recessão de família?

O legal é alguém que está com você por você.

E vice versa.

Não fique com alguém por dó também...

..Ou por medo da solidão.

Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é
compartilhado.

E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu
pensamento.

Tem gente que pula de um romance para o outro.

Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

Gostar dói.

Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, insegurança, ódio, frustração.

Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.

E nem sempre as coisas saem como você quer...

A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.

Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.

Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.

Na vida e no amor, não temos garantias.

E nem todo sexo bom é para namorar.

Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.

Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.

Enfim... Quem disse que seria fácil? Se não quer sofrer...então não se apaixone, não se envolva, não ame, não VIVA....apenas vegete.

Arnaldo Jabor

sábado, 12 de setembro de 2009

quarta-feira, 9 de setembro de 2009









boca, mouth, bouche , mund , στόμα , mond , bocca , suu, मुँह , száj ,ħalq , ağız , рот , ústa , ปาก , bibig , mulut, mun , usta, уста , gură, munn, mute, goja ...... smackkkkkk*


AMO BOCAS.. A EXPRESSAO Q PODEMSO FAZER COM ELAS.. AH E O BEIJO .. DELICIAAA


falar , cantar , chorar , sussurar , gritar , lamber , morder , chupar , cuspir , comer , beber , beijar , sorrir , fofocar ... bocas para todos os tipos , todos os gostos, ações......bocas vivas , mortas, sérias, amigas, bocas apaixonadas.....bocas medrosas, envergonhadas, virgens , sonhadoras,sensuais, maldosas, ambiciosas, arteiras, safadas, picantes, penetrantes, salivantes ...bocas que não falam .... que falam mais que deveriam se calar...bocas machucadas ....vencedoras..... aqui está uma boca que nesse momento não se fala....mais que em pensamentos e em mãos constroemtodas as intenções e meros desejos....de um sonho que hoje calada ....mais que amanhã escancarar todos os meus sonhos ...e minhas loucuras.... de uma boca apaixonada...que por dentro grita por um grande amor...

"Então diz que é mentira...
Se não sou teu primeiro pensamento quando acordas.
Se não permaneço em tudo que você faz durante o dia.
Que não sou tua ultima lembrança antes que chegue teu sono.
E que quando finalmente dormes não sou teu sonho.
E que quando tocas outra mulher não é meu corpo que imaginas.
Que quando você sai do banho não é meu cheiro que te invade.
Que quando deitas na cama não é minha cintura que buscas abraçar.
Que quando andas pelas ruas não imaginas andarmos de mãos dadas.
E que não sentes solidão enorme em ver que em teu carro tem um banco vazio
E que quando vês um filme acha demasiadamente chato não me ouvir falar todo tempo.
Que não sentes falta de me ter para acordar quando chegas tarde da noite.
Que não sentes vontade de cantar nossa música e me ver sorrindo de olhos fechados.
Que não sentes falta de minhas roupas atiradas no banheiro.
E que vez em quando não colocas uma toalha limpa no box como se eu viesse para o banho.
Que não esperas pelo dia que eu te ligue só para dizer um oi.
Que não te entristece a falta que faz eu andar de calcinha pelo quarto cantando.
Que não sentes falta do meu sexo ao meio tarde.
Que não olhas pra cama esperando me ver para deitar.
E que não abres os olhos de madrugada esperando encontrar os meus olhos a te olhar."

Hoje acordei com uma vontade
De um abraço, de um beijo
Eu hoje acordei com saudade.
Do teu corpo, e do teu cheiro
Da minha alma se entregando
Com a tua por inteiro.
(Cah Morandi)

sábado, 22 de agosto de 2009

O Figura!!!

Beregeno diz: Ana, porque quando a gente bebe , depois das 2:30 , todo mundo fica com cara de idiota?
Ana diz: Não Bere, quando a gente NÃO bebe, ai todo mundo tem cara de idiota. ahuahuahuaa
Bere diz: Ana vc me chamou de idiota!!!!


Luciano Beregeno...
a pouco tempo conheci essa FIGURA, sim figura maiúsculo...
Nele a simplicidade transborda...
a alegria contagia...
a inteligência contamina..
a luz irradia , e ate a nós, simples pessoas ilumina e faz brilhar..
mesmo com pouca convivência, o carinho por ele é enorme...
as boas lembranças, as risadas, as conversas sobre politica e as besteiras ditas serão guardadas para sempre...

Que nesta sua volta as águas quentes sua luz brilhe mais e mais...
que a "censura" fique longe.. rsrs bemmm longe....
Contagie.. brilhe... derrame essa energia sobre esses goianos.. rsrs
ate as águas esquentarão mais com sua presença...
Sorria sempre...
e venha sempre nos fazer sorrir... q estaremos aqui esperando, para aquela conversa boa.. aquela cervejinha básica.. quer dizer pra mim refri , senão fica com cara de idiota . hahaa

e não esqueça da minha campanha: ME LEVAAAA!!! HAHA

Obrigada pela oportunidade de conhece-lo!!
Pelo carinho ...
Bjao!! no coração e na alma...
Adorooooooo!!!!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

“Normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril. LOUCOS E SANTOS!!!!


Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.

A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.

Deles não quero resposta, quero meu avesso.Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.Para isso, só sendo louco.

Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.

Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.

Não quero amigos adultos nem chatos.Quero-os metade infância e outra metade velhice!Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.

Tenho amigos para saber quem eu sou.Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.

Oscar Wild

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

FALAR EU TE AMO

A questão não é só falar: Eu te amo.Eu só queria explicar que quando eu digo isso (Eu te amo), não são somente três palavras sem nexo ou soando o ar de ser algo tão natural e não profundo. Há muitas coisas por trás dessas letras, muito mais do que comportaria minha própria existência. Quando digo Eu te amo é porque eu lembro de todas as vezes que nos amamos, dos presentes trocados, dos passeios que fizemos, das tardes que conversamos, dos filmes que assistimos, das vezes que você cantava ao meu ouvido, dos nossos banhos, dos nossos planos de salvar o mundo.Quando digo Eu te amo é porque quero te pedir um pouco mais de carinho, um abraço que dure por um bom tempo, um pouco de paciência com minha pressa, mais calma com tua ansiedade, ou quem sabe somente um eu te amo como resposta.Quando digo Eu te amo ele vem carregado de coisas nossas, vem cheio de detalhes, repleto de desejos e saudades.Então quando ouvires eu dizer Eu te amo, pense em todas as possibilidades que essas três palavras podem significar.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Texto da Martha Medeiros publicado na Revista do Jornal O Globo - Mulheres Possíveis

'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!E, entre uma coisa e outra, leio livros.Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.Primeiro: a dizer NÃO.Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.Culpa por nada, aliás.Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.Você não é Nossa Senhora.Você é, humildemente, uma mulher.E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.É ter tempo.Tempo para fazer nada.Tempo para fazer tudo.Tempo para dançar sozinha na sala.Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.Tempo para sumir dois dias com seu amor.Três dias.Cinco dias!Tempo para uma massagem.Tempo para ver a novela.Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário.Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.Tempo para conhecer outras pessoas.Voltar a estudar.Para engravidar.Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.Existir, a que será que se destina?Destina-se há ter o tempo a favor, e não contra.A mulher moderna anda muito antiga.Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.Desacelerar tem um custo.Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.(Martha Medeiros)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

VAMOS BRINCAR DE VIDA???

Entao....


funciona assim..


se vc fique quieta, esta sendo seca..

se fala(ou escreve) é grossa...

acho q por isso me chamam de grossa, arrogante.. chata mesmo

pq nao sei ficar fingindo q to gostando, principalmente qdo curtem comigo..

qdo tentam me fazer de idiota...


entao meu bem., faz isso nao.. fica tranquilo.. sai do problema

q a gente se da bem..

eu nao peguei pesado. so disse a REAL..

terça-feira, 30 de junho de 2009

É engraçado...
como nao conhecemos as pessoas...
as vezes a gente envolve... acredita q estamos com pessoas diferentes. pensamos até que sao "especiais". ..
ai vem a realidade , e aquele conto de fadas acaba...
percebemos que sao pessoas comuns.. q brincam com os sentimentos dos outros..
q sabem fingir bem...aprendemos q aquela pessoa, q se fazia de tao boa.. q te levava aos ceus.. e fazia acreditar em conto de fadas nao existe...
mas no fundo isso é bom..
aprendemos a ser melhores, mais espertos qdo isso acontece..
e voltamos a realidade: CONTO DE FADAS NAO EXISTE..
Pessoas sinceras , verdadeiras.. são raras ...
A pouco tempo coloquei aki um texto de Oprah Winfrey e o que tem a dizer sobre os homens: e analisando bem, percebe-se que é tudo verdade..
Então... vc sabe do q estou falando... valeu a parte boa...e obrigada por me mostrar a parte ruim..

domingo, 14 de junho de 2009

Saudade...

"Ter do que se lembrar não nos remete a fotografias e vídeos, nem a memória viva da face daqueles que amamos, embora isso possa parecer egoísmo, mas uma saudade forte é ainda poder saber a intensidade de como nos sentimos naquele momento em que tudo isso fez parte de nós; de lembrarmos o nosso arrepio no corpo de quando conhecemos nossos amores que partiram, a forma que nos sentíamos quando os víamos dormir, quando os beijamos, quando fomos quase únicos. Saudade que faz falta é quando nos olhamos ainda na infância, brincando em balanços e parece que o vento nunca parou de nos tocar a face e de levantar nossos cabelos. Então a saudade não está em lembrar... Saudade é ainda poder sentir."

.. com uma saudade imensa de vc...
do seu sorriso.. do seu jeito...

sábado, 30 de maio de 2009

humm passando só pra dizer uam coisinha...
ESTOU AMANDO A SUA PRESENÇA!!!
Obrigada pelo presente!!!
bju meu bem!!!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

As pessoas não vão querer pisar em você,a menos que você se deite.

Ouça o que Oprah Winfrey tem a dizer sobre os homens:
"-Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe.
-Se ele não te quer, nada pode faze-lo ficar.
-Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seucomportamento.-Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.
- Para de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.
-Mais devagar é melhor. Nunca dedique sua vida a um homem antes que vocêencontre o que realmente te faz feliz.
-Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia,"foda-se, mande pro inferno, esquece!", vocês não podem "ser amigos". Umamigo não destrataria outro amigo.-Não conserte.
-Se você sente que ele está te enrolando, provavelmente é porque ele estámesmo. Não continue (a relação) porque você acha que "ela vai melhorar"
-Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.
-A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.
-Evite homens que têm um monte de filhos, e de um monte de mulheres diferentes. Ele não casou com elas quando elas ficaram grávidas, então,porque ele te trataria diferente?
-Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.
-Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar, façaum escândalo.
-Nunca deixe um homem saber de tudo. Mais tarde ele usará isso contra você
-Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de dentro.
-Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você... mesmo se eletiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.
-Não o torne um semi-deus.
-Ele é um homem, nada além ou aquém disso.
-Nunca deixe um homem definir quem você é.
-Nunca pegue o homem de alguém emprestado..
-Se ele traiu alguém com você, ele te trairá.
-Um homem vai te tratar do jeito que você permita que ele te trate.
-Todos os homens NÃO são cachorros.
-Você não deve ser a única a fazer tudo... compromisso é uma via de mãodupla.
-Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. não há nadaprecioso quanto viajar. veja as suas questões antes de um novorelacionamento.
-Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá tecompletar... uma relação consiste de dois indivíduos completos.. procurealguém que irá te complementar.. não suplementar.
-Namorar é bacana. mesmo se ele não for o esperado Sr. Correto.
-Faça-o sentir falta de você algumas vezes... quando um homem sempre sabeque você está lá, e que você está sempre disponível para ele - ele seacha...-Nunca se mude para a casa da mãe dele. Nunca seja cúmplice (co-assine) deum homem.
-Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo o que vocêprecisa. Mantenha-o em seu radar, mas conheça outros...
-Compartilhe isso com outras mulheres e homens (de modo que eles saibam).você fará alguém sorrir, outros repensarem sobre as escolhas, e outrasmulheres se prepararem.
-Dizem que se gasta um minuto para encontrar alguém especial, uma hora paraapreciar esse alguém, um dia para amá-lo e uma vida inteira paraesquecê-lo.
-O medo de ficar sozinha faz que várias mulheres permaneçam em relações quesão abusivas e lesivas:
-Você deve saber que você é a melhor coisa que pode acontecer para alguém ese um homem te destrata, é ele que vai perder uma coisa boa.
-Se ele ficou atraído por você à primeira vista, saiba que ele não foi oúnico.
-Todos eles estão te olhando, então você tem várias opções. Faça a escolha certa.
Ladies, cuidem bem de seus corações... "

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Ja se sentiu sozinha????
que vc sente que nao tem mais ninguem.. em quem confiar , em quem desabafar..
mesmo com todas aquelas pessoas perto da gente...
mesmo ainda com aquela pessoa especial.. q te faz bem...
que voce queria ter sempre perto, mesmo sabendo q eh impossivel..
e ainda assim vc esta sozinha...
eu to assim hj.. sentindo sozinha.. triste.. sei lá
acho q estou assim todo dia...
nao gosto de metade. de ter metade, e nem e ser metade...
e estou assim.. sendo metade pra alguem e recebendo tb so a metade
quero por inteiro.. quero ser inteira..
quero sem desculpas... sem metades...
quero o todo e nao o meio......

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Penso muito em você!!!

toda noite antes de sonhar
minha oração é um pensamento
que Deus pode escutar,
e todo pensamento que se insiste
pode estalar,
tornar vida,
então fecho os olhos:
penso muito em você
penso muito em você
penso muito em você

Cáh Morandi!

assim sempre.. assim todo dia... assim toda hora.. assim toda noite...
pensamentos.. e mais e maisss. e maisss....

SEM ANA, BLUES

QUANDO Ana me deixou – essa frase ficou na minha cabeça, de dois jeitos – e depois que Ana me deixou. Sei que não é exatamente uma frase, só um começo de frase, mas foi o que ficou na minha cabeça. Eu pensava assim: quando Ana me deixou – e essa não-continuação era a única espécie de não continuação que vinha. Entre aquele quando e aquele depois, não havia nada mais na minha cabeça nem na minha vida além do espaço em branco deixado pela ausência de Ana, embora eu pudesse preenchê-lo – esse espaço branco sem Ana – de muitas formas, tantas quantas quisesse, com palavras ou ações. Ou não-palavras e não-ações, porque o silêncio e a imobilidade foram dois dos jeitos menos dolorosos que encontrei, naquele tempo, para ocupar meus dias, meu apartamento, minha cama, meus passeios, meus jantares, meus pensamentos, minhas trepadas e todas essas outras coisas que formam uma vida com ou sem alguém como Ana dentro dela.

Quando Ana me deixou, eu fiquei muito tempo parado na sala do apartamento, cerca de oito horas da noite, com o bilhete dela nas mãos. No horário de verão, pela janela aberta da sala, à luz das oito horas da noite podiam-se ainda ver uns restos dourados e vermelho deixados pelo sol atrás dos edifícios, nos lados de Pinheiros. Eu fiquei muito tempo parado no meio da sala do apartamento, o último bilhete de Ana nas mãos, olhando pela janela os dourados e o vermelho do céu. E lembro que pensei agora o telefone vai tocar, e o telefone não tocou, e depois de algum tempo em que o telefone não tocou, e podia ser Lucinha da agência ou Paulo do cineclube ou Nelson de Paris ou minha mãe do Sul, convidando para jantar, para cheirar pó, para ver Nastassia Kinski nua, pergunrando que tempo fazia ou qualquer coisa assim, então pensei agora a campainha vai tocar. Podia ser o porteiro entregando alguma dessas criancinhas meio monstros de edifício, que adoram apertar as campainhas alheias, depois sair correndo. Ou simples engano, podia ser. Mas a campainha também não tocou, e eu continuei por muito tempo sem salvação parado ali no centro da sala que começava a ficar azulada pela noite, feito o interior de um aquário, o bilhete de Ana nas mãos, sem fazer absolutamente nada além de respirar.

Depois que Ana me deixou – não naquele momento exato em que estou ali parado, porque aquele momento exato é o momento-quando, não o momento-depois, e no momento-quando não acontece nada dentro dele, somente a ausência da Ana, igual a uma bolha de sabão redonda, luminosa, suspensa no ar, bem no centro da sala do apartamento, e dentro dessa bolha é que estou parado também, suspenso também, mas não luminoso, ao contrário, opaco, fosco, sem brilho e ainda vestido com um dos ternos que uso para trabalhar, apenas o nó da gravata levemente afrouxado, porque é começo de verão e o suor que escorre pelo meu corpo começa a molhar as mãos e a dissolver a tinta das letras no bilhete de Ana – depois que Ana me deixou, como ia dizendo, dei para beber, como é de praxe.

De todos aqueles dias seguintes, só guardei três gostos na boca – de vodca, de lágrima e de café. O de vodca, sem água nem limão ou suco de laranja, vodca pura, transparente, meio viscosa, durante as noites em que chegava em casa e, sem Ana, sentava no sofá para beber no último copo de cristal que sobrara de uma briga. O gosto de lágrimas chegava nas madrugadas, quando conseguia me arrastar da sala para o quarto e me jogava na cama grande, sem Ana, cujos lençóis não troquei durante muito tempo porque ainda guardavam o cheiro dela, e então me batia e gemia arranhando as paredes com as unhas, abraçava os travesseiros como se fossem o corpo dela, e chorava e chorava e chorava até dormir sonos de pedra sem sonhos. O gosto de café sem açúcar acompanhava manhãs de ressaca e tardes na agência, entre textos de publicidade e sustos a cada vez que o telefone tocava. Porque no meio dos restos dos gostos de vodca, lágrima e café, entre as pontadas na cabeça, o nojo da boca do estômago e os olhos inchados, principalmente às sextas-feiras, pouco antes de desabarem sobre mim aqueles sábados e domingos nunca mais com Ana, vinha a certeza de que, de repente, bem normal, alguém diria telefone-para-você e do outro lado da linha aquela voz conhecida diria sinto-falta-quero-voltar. Isso nunca aconteceu.

O que começou a acontecer, no meio daquele ciclo do gosto de vodca, lágrima e café, foi mesmo o gosto de vômito na minha boca. Porque no meio daquele momento entre a vodca e a lágrima, em que me arrastava da sala para o quarto, acontecia às vezes de o pequeno corredor do apartamento parecer enorme como o de um transatlântico em plena tempestade. Entre a sala e o quarto, em plena tempestade, oscilando no interior do transatlântico, eu não conseguia evitar de parar à porta do banheiro, no pequeno corredor que parecia enorme. Eu me ajoelhava com cuidado no chão, me abraçava na privada de louça amarela com muito cuidado, com tanto cuidado como se abraçasse o corpo ainda presente de Ana, guardava prudente no bolso os óculos redondos de armação vermelhinha, enfiava devagar a ponta do dedo indicador cada vez mais fundo na garganta, até que quase toda a vodca, junto com uns restos de sanduíches que comera durante o dia, porque não conseguia engolir quase mais nada, naqueles dias, e o gosto dos muitos cigarros se derramassem misturados pela boca dentro do vaso de louça amarela que não era o corpo de Ana. Vomitava e vomitava de madrugada, abandonado no meio do deserto como um santo que Deus largou em plena penitência – e só sabia perguntar por que, por que, por que, meu Deus, me abandonaste? Nunca ouvi a resposta.

Um pouco depois desses dias que não consigo recordar direito – nem como foram, nem quantos foram, porque deles só ficou aquele gosto de vômito, misturados, no final daquela fase, ao gosto das pizzas, que costumava perdir por telefone, principalmente nos fins-de-semana, e que amanheciam abandonadas na mesa da sala aos sábados, domingos e segundas, entre cinzeiros cheios e guardanapos onde eu não conseguia decifrar as frases que escrevera na noite anterior, e provavelmente diziam banalidades, como volta-para-mim-Ana ou eu-não-consigo-viver-sem-você, palavras meio derretidas pelas manchas do vinho, pela gordura das pizzas -, depois daqueles dias começou o tempo em que eu queria matar Ana dentro de tudo aquilo que era eu, e que incluía aquela cama, aquele quarto, aquela sala, aquela mesa, aquele apartamento, aquela vida que tinha se tornado a minha depois que Ana me deixou.

Mandei para a lavanderia os lençóis verde-clarinhos que ainda guardavam o cheiro de Ana – e seria cruel demais para mim lembrar agora que cheiro era esse, aquele, bem na curva onde o pescoço se transforma em ombro, um lugar onde o cheiro de nenhuma pessoa é igual ao cheiro de outra pessoa -, mudei os móveis de lugar, comprei um Kutka e um Gregório, um forno microondas, fitas de vídeo, duas dúzias de copos de cristal, e comecei a trazer outras mulheres para casa. Mulheres que não eram Ana, mulheres que jamais poderiam ser Ana, mulheres que não tinham nem teriam nada a ver com Ana. Se Ana tinha os seios pequenos e duros, eu as escolhia pelos seios grandes e moles, se Ana tinha os cabelos quase louros, eu as trazia de cabelos pretos, se Ana tivesse a voz rouca eu a selecionava pelas vozes estridentes que gemiam coisas vulgares quando estávamos trepando, bem diversas das que Ana dizia ou não dizia, ela nunca dizia nada além de amor-amor ou meu-menino-querido, passando dos dedos da mão direita na minha nuca e os dedos da mão esquerda pelas minhas costas. Vieram Gina, a das calcinhas pretas, e Lilian, a dos olhos verdes frios, e Beth, das coxas grossas e pés gelados, e Marilene, que fumava demais e tinha um filho, e Mariko, a nissei que queria ser loura, e também Marta, Luiza, Creuza, Júlia, Débora, Vivian, Paula, Teresa, Luciana, Solange, Maristela, Adriana, Vera, Silvia, Neusa, Denise, Karina, Cristina, Marcia, Nadir, Aline e mais de 15 Marias, e uma por uma das garotas ousadas da Rua Augusta, com suas botinhas brancas e minissaia de couro, e destas moças que anunciam especialidades nos jornais. Eu acho que já vim aqui uma vez, alguma dizia, e eu falava não lembro, pode ser, esperando que tirasse a roupa enquanto eu bebia um pouco mais para depois tentar entrar nela, mas meu pau quase nunca obedecia, então eu afundava a cabeça nos seus peitos e choramingava babando sabe, depois que Ana me deixou eu nunca mais, e mesmo quando meu pau finalmente endurecia, depois que eu conseguia gozar seco ardido dentro dela, me enxugar com alguma toalha e expulsá-la com um cheque cinco estrelas, sem cruzar ¿ então eu me jogava de bruços na cama e pedia perdão à Ana por traí-la assim, com aquelas vagabundas. Trair Ana, que me abandonara, doía mais que ela ter me abandonado, sem se importar que eu naufragasse toda noite no enorme corredor de transatlântico daquele apartamento em plena tempestade, sem salva-vidas.

Depois que Ana me deixou, muitos meses depois, veio o ciclo das anunciações, do I Ching, dos búzios, cartas de Tarot, pêndulos, vidências, números e axés ¿ ela volta, garantiam, mas ela não voltava – e veio então o ciclo das terapias de grupo, dos psicodramas, dos sonhos junguianos, workshops transacionais, e veio ainda o ciclo da humildade, com promessas à Santo Antônio, velas de sete dias, novenas de Santa Rita, donativos para as pobres criancinhas e velhinhos desamparados, e veio depois o ciclo do novo corte de cabelos, da outra armação para os óculos, guarda-roupa mais jovem, Zoomp, Mister Wonderful, musculação, alongamento, yoga, natação, tai-chi, halteres, cooper, e fui ficando tão bonito e renovado e superado e liberado e esquecido dos tempos em que Ana ainda não tinha me deixado que permiti, então, que viesse também o ciclo dos fins de semana em Búzios, Guarajá ou Monte Verde e de repente quem sabe Carla, mulher de Vicente, tão compreensiva e madura, inesperadamente, Mariana, irmã de Vicente, transponível e natural em seu fio dental metálico, por que não, afinal, o próprio Vicente, tão solícito na maneira como colocava pedras de gelo no meu escocês ou batia outra generosa carreira sobre a pedra de ágata, encostando levemente sua musculosa coxa queimada de sol e o windsurf na minha musculosa coxa também queimada de sol e windsurf. Passou-se tanto tempo depois que Ana me deixou, e eu sobrevivi, que o mundo foi se tornando ao poucos um enorme leque escancarado de mil possibilidades além de Ana. Ah esse mundo de agora, assim tão cheio de mulheres e homens lindos e sedutores interessantes e interessados em mim, que aprendi o jeito de também ser lindo, depois de todos os exercícios para esquecer Ana, e também posso ser sedutor com aquele charme todo especial de homem-quase-maduro-que-já-foi-marcado-por-um-grande-amor-perdido, embora tenha a delicadeza de jamais tocar no assunto. Porque nunca contei à ninguém de Ana. Nunca ninguém soube de Ana em minha vida. Nunca dividi Ana com ninguém. Nunca ninguém jamais soube de tudo isso ou aquilo que aconteceu quando e depois que Ana me deixou.

Por todas essas coisas, talvez, é que nestas noites de hoje, tanto tempo depois, quando chego do trabalho por volta das oito horas da noite e, no horário de verão, pela janela da sala do apartamento ainda é possível ver restos de dourados e vermelhos por trás dos edifícios de Pinheiros, enquanto recolho os inúmeros recados, convites e propostas da secretária eletrônica, sempre tenho a estranha sensação, embora tudo tenha mudado e eu esteja muito bem agora, de que este dia ainda continua o mesmo, como um relógio enguiçado preso no mesmo momento – aquele. Como se quando Ana me deixou não houvesse depois, e eu permanecesse até hoje aqui parado no meio da sala do apartamento que era o nosso, com o último bilhete dela nas mãos. A gravata levemente afrouxada no pescoço, fazia e faz tanto calor que sinto o suor escorrer pelo corpo todo, descer pelo peito, pelos braços, até chegar aos pulsos e escorregar pela palma das mãos que seguram o último bilhete de Ana, dissolvendo a tinta das letras com que ela compôs palavras que se apagam aos poucos, lavadas pelo suor, mas que não consigo esquecer, por mais que o tempo passe e eu, de qualquer jeito e sem Ana, vá em frente. Palavras que dizem coisas duras, secas, simples, arrevogáveis. Que Ana me deixou, que não vai voltar nunca, que é inútil tentar encontrá-la, e finalmente, por mais que eu me debata, que isso é para sempre. Para sempre então, agora, me sinto uma bolha opaca de sabão, suspensa ali no centro da sala do apartamento, à espera de que entre um vento súbito pela janela aberta para levá-la dali, essa bolha estúpida, ou que alguém espete nela um alfinete, para que de repente estoure nesse ar azulado que mais parece o interior de um aquário, e desapareça sem deixar marcas.



(Caio fernando Abreu – Os Dragões Não Conhecem O Paraíso)
"Eternamente esse gosto de nunca e de sempre."

sentindo sua falta...
hj acordei meio estranha..
sei lá.. triste.. pensativa...
pensando nas coisas que ja fiz.. e tb nas q nao fiz..
akelas q deixei por fazer, por falta de tempo.. falta de vontade.. de desanimo..
será q se as tivesse feito, estaria melhor agora??
duvida.. sempre existe.. sempre atrapalha..
o tempo passou e essas "coisas", essas pessoas , ficaram.. e agora nao da mais pra voltar atras..
nao da mais ´pra sabe como seria..
agora é seguir... continuar a vida..
procurando coisas novas. pessoas diferentes. amizades interessantes e que tragam coisas boas...

quinta-feira, 14 de maio de 2009

DEVERIAMOS TER MAIS OPÇÃO DE ESCOLHA!

Hoje , relendo um poema de Cáh Morandi fiquei pensando...pensando, realmente deveriamos ter mais opções...o poema eu compartilho com voces a baixo, e depois voltamos a conversar..
"Devíamos ter mais opções de escolha.
- Como assim?
- Escolher de quem gostar, por exemplo...
- Isso não dá.
- E se desse, o que você faria?
- Ainda assim escolheria você."

É estranho como as coisas acontecem. Como gostar de alguem é complicado, e mais complicado deixar alguem gostar da gente.. pelo menos comigo é assim..O medo toma conta.. e nao deixa o sentimento aflorar...Mas ele fica aki dentro. guardado, gritando...
A pouco tempo conheci uma pessoa muito especial, seu sorriso irradia, tem uma luz tao linda q ilumina por onde passa.. simples, bem humorado, inteligente.. adorava conversar com ele...
mas ai qdo começou a aparecer(aquele sentimento) o medo tomou conta...
o medo do depois... do agora... do q pode ser...ai vem as desculpas. os porques... e assim vai , ate o meu medo ser maior... e acabar cobrindo... escondendo de novo o sentimento..e assim acho q vai ser sempre...
se tivesse mais escolhas.. escolheria acabar com o medo, escolheria gostar de você (é, você mesmo) escolheria ter aquela pessoa...
mas ta bom...
a sempre uma hora né...
deixa eu parar por aki....